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	<title>Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas</title>
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	<description>O GESP é uma entidade voluntária, sem fins lucrativos, que luta pela preservação do meio ambiente.</description>
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	<title>Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas</title>
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		<title>Uirapuru Ecologia: escola de Passo Fundo desenvolve projeto de horta agroecológica e educação ambiental</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 13:42:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[Produção: Sabrine Paludo A Escola Municipal de Educação Infantil Padre Alcides Guaresque, localizada na Vila Victor Isler, em Passo Fundo, desenvolve desde 2018 um projeto que une alimentação saudável, educação ambiental e participação comunitária. A iniciativa começou com a implantação de uma horta agroecológica e, ao longo dos anos, incorporou ações de preservação de abelhas [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Produção: Sabrine Paludo</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Escola Municipal de Educação Infantil Padre Alcides Guaresque, localizada na Vila Victor Isler, em Passo Fundo, desenvolve desde 2018 um projeto que une alimentação saudável, educação ambiental e participação comunitária. A iniciativa começou com a implantação de uma horta agroecológica e, ao longo dos anos, incorporou ações de preservação de abelhas nativas, compostagem, plantio de árvores e conscientização social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho foi apresentado no programa Uirapuru Ecologia do último sábado (17), com a participação da diretora Gerusa Varela Zanotto e da coordenadora pedagógica Danielli Jury e apresentação de Ronaldo Rosa. A diretora explicou que a horta surgiu após a escola consultar as famílias sobre os temas que gostariam de ver trabalhados com as crianças. A alimentação saudável foi uma das principais demandas, levando a equipe a criar um espaço de aprendizagem prática, sem o uso de produtos químicos. Atualmente, a escola atende 87 crianças de três a cinco anos. A horta funciona como um laboratório pedagógico, onde os alunos participam do plantio, cuidam das plantas e experimentam os alimentos cultivados. A produção é pequena e voltada principalmente à aprendizagem, complementando a alimentação oferecida pela rede municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Gerusa, o projeto também contribui para ampliar a aceitação alimentar das crianças, que passam a demonstrar interesse por verduras, hortaliças e outros alimentos. A diretora destacou ainda que a escola busca integrar tecnologia e educação ambiental, com a criação do mascote Hortolito, desenvolvido a partir de uma história criada pelos próprios alunos, com apoio do FabLab.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora pedagógica Danielli Jury destacou que o projeto foi ampliado para além do espaço escolar, envolvendo também a comunidade. A escola também promove oficinas sobre hortas agroecológicas, compostagem e preservação de abelhas nativas para outras instituições. A coordenadora enfatizou que a educação ambiental precisa estar ligada à realidade das crianças, abordando questões como emergências climáticas, descarte correto de resíduos e preservação da biodiversidade. Segundo ela, o objetivo é mostrar que as atitudes cotidianas têm impacto sobre o meio ambiente e que a conservação da natureza depende da participação de toda a comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:<br><a href="https://rduirapuru.com.br/uirapuru-ecologia-escola-de-passo-fundo-desenvolve-projeto-de-horta-agroecologica-e-educacao-ambiental/">https://rduirapuru.com.br/uirapuru-ecologia-escola-de-passo-fundo-desenvolve-projeto-de-horta-agroecologica-e-educacao-ambiental/</a></p>
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		<title>Uirapuru Ecologia destaca como pequenas ações individuais ajudam a preservar o ciclo da água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador@sentineladospampas.eco.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 13:38:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[Produção: Mateus Miotto O programa Uirapuru Ecologia do último sábado foi realizado diretamente da FEITECH 2026, no Gran Palazzo, em Passo Fundo. Apresentado por Gabriel Nunes, o programa teve como tema a Educação Ambiental na Infância e Adolescência e contou com a participação de estudantes e representantes de iniciativas ligadas à preservação do meio ambiente. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Produção: Mateus Miotto</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa Uirapuru Ecologia do último sábado foi realizado diretamente da FEITECH 2026, no Gran Palazzo, em Passo Fundo. Apresentado por Gabriel Nunes, o programa teve como tema a Educação Ambiental na Infância e Adolescência e contou com a participação de estudantes e representantes de iniciativas ligadas à preservação do meio ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa recebeu Ademar Marques, responsável pela feira Fresol e por diversas atividades relacionadas ao meio ambiente, além dos alunos Artur Vargas Amaral, do 7º ano da Escola Municipal Zeferino Demétrio Costi; Taila Samara dos Santos Oliveira, do 9º ano da Escola Irmã Maria Margarida e representante da ONG Amor; e Luísa Passos Gasparin de Barros, também estudante da EMEF Zeferino Demétrio Costi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a conversa, Ademar Marques destacou que a preservação ambiental começa com a educação das crianças. Ele lembrou a importância da Semana Interamericana da Água como oportunidade para refletir sobre a preservação desse recurso essencial à vida e questionou os estudantes sobre as iniciativas de conscientização desenvolvidas nas escolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Taila Samara dos Santos Oliveira relatou que já participou de atividades que abordaram a importância de utilizar e reutilizar a água de maneira consciente. Segundo ela, muitas crianças atendidas pela ONG Amor ainda não conheciam a necessidade de economizar água, e as orientações recebidas ajudam a ampliar a conscientização e a construir hábitos que podem contribuir para o futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudante Artur Vargas Amaral destacou as orientações sobre preservação ambiental realizadas nas escolas com a participação da Corsan. Ele ressaltou que pequenas atitudes fazem diferença, como comunicar a existência de vazamentos ou chamar a atenção para torneiras abertas, evitando o desperdício de água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Luísa Passos Gasparin de Barros chamou a atenção para o descarte de resíduos no Rio Passo Fundo. Conforme a estudante, muitas pessoas jogam detritos no rio sem perceber que essa atitude representa poluição da própria água. Ela destacou que os resíduos interferem no ciclo da água e que a poluição não desaparece simplesmente com o fluxo do rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa reforçou a importância da educação ambiental desde a infância e mostrou como atitudes cotidianas, como evitar o desperdício, descartar corretamente os resíduos e preservar os rios, contribuem para a conservação dos recursos naturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <br><a href="https://rduirapuru.com.br/uirapuru-ecologia-destaca-como-pequenas-acoes-individuais-ajudam-a-preservar-o-ciclo-da-agua/">https://rduirapuru.com.br/uirapuru-ecologia-destaca-como-pequenas-acoes-individuais-ajudam-a-preservar-o-ciclo-da-agua/</a></p>
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		<title>GESP apresenta proposta de manejo para fortalecer a proteção do Parque Ambiental Banhado da Vergueiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador@sentineladospampas.eco.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 17:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Parque Ambiental Banhado da Vergueiro &#8211; Passo Fundo – RS – Imagem Google Earth Pro 2026 Entidade apresentou e entregou ao Conselho Municipal de Meio Ambiente diagnóstico com espécies invasoras, problemas de manejo, impactos sobre a biodiversidade e propostas para transformar o Parque em referência de conservação urbana Passo Fundo — No coração de Passo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Parque Ambiental Banhado da Vergueiro &#8211; Passo Fundo – RS – Imagem Google Earth Pro 2026</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entidade apresentou e entregou ao Conselho Municipal de Meio Ambiente diagnóstico com espécies invasoras, problemas de manejo, impactos sobre a biodiversidade e propostas para transformar o Parque em referência de conservação urbana</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Passo Fundo —</strong> No coração de Passo Fundo, cercado pela urbanização, existe uma área que cumpre uma função que vai muito além do lazer. O <strong>Parque Ambiental Banhado da Vergueiro</strong> abriga água, vegetação e fauna e representa um dos principais remanescentes naturais inseridos na área urbana do município.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas esse patrimônio ambiental enfrenta problemas que podem comprometer sua conservação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi diante desse cenário que o <strong>Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas (GESP)</strong> apresentou ao <strong>Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA) de Passo Fundo</strong> uma proposta de manejo ambiental para o Parque. O documento reúne um diagnóstico das principais ameaças identificadas e propõe uma série de medidas para recuperação ecológica, proteção da biodiversidade, qualificação da infraestrutura e fortalecimento da gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta parte de uma premissa central: <strong>a função ambiental deve ser a prioridade do Banhado da Vergueiro</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um oásis natural cercado pela cidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio à expansão urbana, o Banhado da Vergueiro funciona como uma espécie de ilha de natureza dentro da cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o GESP, sua importância pode ser compreendida em três dimensões: <strong>conservação ambiental, uso comunitário e educação para a sustentabilidade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Parque protege elementos naturais em uma região densamente urbanizada e possui ainda uma função educativa por meio da <strong>Escola de Sustentabilidade</strong>, aproximando estudantes e comunidade dos temas relacionados à conservação da natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tempos de crise climática, a existência e a preservação de áreas verdes e ambientes úmidos urbanos ganham uma dimensão ainda maior. São espaços que integram a paisagem, contribuem para a biodiversidade e podem desempenhar funções ambientais importantes diante das transformações do clima e da urbanização.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vegetação invasora avança sobre o ambiente natural</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais alertas apresentados pelo GESP está relacionado à presença de <strong>espécies exóticas e invasoras</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico cita a ocorrência de capim Tifton (<em>Cynodon spp.</em>), copo-de-leite (<em>Zantedeschia aethiopica</em>) e agulha-de-adão (<em>Yucca filamentosa</em>).</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="449" height="299" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image.jpeg" alt="" class="wp-image-12786" style="aspect-ratio:1.5016722408026757" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image.jpeg 449w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-300x200.jpeg 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-205x137.jpeg 205w" sizes="(max-width: 449px) 100vw, 449px" /><figcaption class="wp-element-caption">Capim Tifton (<em>Cynodon</em> spp.), causa sufocamento dos caraguatás (<em>Eryngium</em> sp.)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram identificadas espécies arbustivas e arbóreas como <strong>nêspera, amoreira-preta, mamona e cinamomo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema, segundo a proposta, não é apenas a presença dessas plantas, mas a capacidade de algumas delas de ocupar espaço e competir com a vegetação nativa, dificultando processos de regeneração natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta apresentada ao CMMA defende a criação de um <strong>programa permanente de controle e supressão de espécies exóticas invasoras</strong>, associado à restauração da vegetação nativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Plantas parasitas ameaçam árvores</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro alerta está relacionado ao avanço de plantas trepadeiras, favorecido por alterações nas condições ambientais, como maior entrada de luz e aumento da temperatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento também chama atenção para a possível ocorrência de <strong>cipó-chumbo (</strong><em><strong>Cuscuta spp.</strong></em><strong>)</strong> e espécies conhecidas como <strong>erva-de-passarinho (</strong><em><strong>Struthanthus spp.</strong></em> <strong>e</strong> <em><strong>Phoradendron spp.</strong></em><strong>)</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="334" height="501" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-4.png" alt="" class="wp-image-12787" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-4.png 334w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-4-200x300.png 200w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-4-205x308.png 205w" sizes="(max-width: 334px) 100vw, 334px" /><figcaption class="wp-element-caption">Erva-de-passarinho (Struthanthus spp.), espécie hemiparasita</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Essas plantas podem parasitar ou enfraquecer árvores hospedeiras. O controle, portanto, é apontado como uma das ações necessárias dentro de uma estratégia mais ampla de manejo da vegetação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o próprio manejo vira problema</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta do GESP também questiona determinadas intervenções realizadas no Parque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os exemplos apontados está o <strong>plantio de exóticas ao ecossistema de banhado e da mata Atlântica</strong>, além da retirada de <strong>caraguatás (</strong><em><strong>Eryngium sp.</strong></em><strong>)</strong>, plantas características desses ambientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de entulhos e antigas estruturas também aparece entre os problemas que precisam ser enfrentados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão levantada pela entidade é direta: <strong>manejar uma área natural não significa simplesmente retirar aquilo que parece indesejado ou plantar aquilo que parece adequado</strong>. A intervenção precisa considerar a dinâmica ecológica específica do ambiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fauna também dá sinais de desequilíbrio</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico apresentado pelo GESP inclui ainda a situação da fauna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>superpopulação de pombas-rolas (</strong><em><strong>Zenaida auriculata</strong></em><strong>)</strong> é citada como um possível indicador de desequilíbrio ecológico que merece acompanhamento.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="648" height="352" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-5.png" alt="" class="wp-image-12788" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-5.png 648w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-5-300x163.png 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-5-205x111.png 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-5-480x261.png 480w" sizes="(max-width: 648px) 100vw, 648px" /><figcaption class="wp-element-caption">Bando de pombas-rolas (<em>Zenaida auriculata)</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Outra proposta é impedir a entrada e permanência de <strong>animais domésticos no interior do Parque</strong>, reduzindo possíveis interferências sobre a fauna silvestre e os processos ecológicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida, segundo a proposta, deverá ser acompanhada por sinalização e educação ambiental para os frequentadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">GESP propõe ampliar o Parque</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O debate não se limita à vegetação e à fauna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O GESP defende a retomada do <strong>projeto original de ampliação do Parque</strong>, incluindo a desapropriação de lotes previstos para a expansão da área protegida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também está entre as propostas o <strong>encerramento do tráfego na Rua Tomé Mendes</strong>, associado à criação de um <strong>passa-fauna</strong> que permita conectar diferentes setores do Parque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia é reduzir a fragmentação do ambiente e criar melhores condições para o deslocamento da fauna.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acessibilidade: natureza para todos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto da proposta é tornar o Parque mais acessível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O GESP defende a implantação de mais <strong>rampas e corrimãos e a inserção de pisos podotáteis, mapas sensoriais e adaptações para pessoas no espectro autista</strong>, incorporando diferentes formas de acessibilidade à estrutura do espaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta busca fazer com que a democratização do acesso à natureza caminhe junto com a conservação ambiental.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Guarda-Parque volta à pauta</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as medidas de gestão está também o resgate da proposta de criação da função de <strong>Guarda-Parque</strong>, que já foi discutida no âmbito do Conselho Municipal de Meio Ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A função poderia contribuir para orientar visitantes, acompanhar o cumprimento das regras de uso, apoiar ações de fiscalização e auxiliar no monitoramento das condições ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O GESP também propõe <strong>capacitação continuada para gestores e funcionários</strong>, especialmente em conservação, biodiversidade, manejo ambiental e educação para a sustentabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um Plano de Manejo para o futuro do Banhado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A principal proposta apresentada ao CMMA é a elaboração e implementação de um <strong>Plano de Manejo Ambiental para o Parque Ambiental Banhado da Vergueiro</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O instrumento deverá estabelecer critérios claros para a conservação, restauração, uso público, controle de espécies invasoras, educação ambiental, acessibilidade e monitoramento ecológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as diretrizes apresentadas pelo GESP estão:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• Priorizar a função ambiental do Parque;</strong><br><strong>• Elaborar e implementar o Plano de Manejo Ambiental;</strong><br><strong>• Ampliar a área física e promover restauração ecológica;</strong><br><strong>• Controlar e suprimir espécies exóticas invasoras;</strong><br><strong>• Restringir a entrada e permanência de animais domésticos;</strong><br><strong>• Capacitar gestores e funcionários;</strong><br><strong>• Retomar a criação da função de Guarda-Parque;</strong><br><strong>• Garantir acessibilidade universal.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O futuro de uma área natural no coração de Passo Fundo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta apresentada pelo GESP abre uma discussão que ultrapassa os limites do Parque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão é <strong>que tipo de espaço natural Passo Fundo pretende preservar dentro de uma cidade cada vez mais urbanizada e diante de um cenário de crise climáticas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Grupo Sentinela dos Pampas, o Banhado da Vergueiro pode continuar sendo uma referência de conservação, educação ambiental e convivência com a natureza. Mas, para isso, é necessário planejamento, manejo técnico, restauração ecológica e uma gestão capaz de reconhecer que a área possui características próprias de um ambiente natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma área verde no centro da cidade, o Banhado representa um patrimônio ambiental que precisa ser conhecido, cuidado e protegido.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0834-683x1024-1.jpg" alt="" class="wp-image-12789" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0834-683x1024-1.jpg 683w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0834-200x300-1.jpg 200w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0834-341x512-1.jpg 341w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0834-1024x1536-1.jpg 1024w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0834-1365x2048-1.jpg 1365w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0834-205x308-1.jpg 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0834-480x720-1.jpg 480w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0834-scaled-1.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">O cuidado de cada pessoa forma cidadãos</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A proposta agora está colocada na mesa do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O desafio é transformar as diretrizes em ações concretas e garantir que o Banhado da Vergueiro continue existindo — não apenas como espaço de visitação, mas como um ambiente natural vivo dentro de Passo Fundo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fotos: Arquivo GESP</p>
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		<title>UIRAPURU ECOLOGIA REALIZA PROGRAMA EM COMEMORAÇÃO DOS 43 ANOS DO GESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador@sentineladospampas.eco.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 16:48:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ativistas convidados Flávia Biondo e Paulo Fernando Cornelio e apresentadores Gabriel Nunes e Caroline Sec Foto: Arquivo GESP O Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas – GESP, é uma organização não governamental (ONG) e iniciou a sua trajetória nos anos de 1979. Foi consolidada através de uma associação de ideias de dois grupo de jovens dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ativistas convidados Flávia Biondo e Paulo Fernando Cornelio e apresentadores Gabriel Nunes e Caroline Sec Foto: Arquivo GESP</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas – GESP, é uma organização não governamental (ONG) e iniciou a sua trajetória nos anos de 1979. Foi consolidada através de uma associação de ideias de dois grupo de jovens dos anos 80, que discutiam os movimentos sociais contra questões como energia nuclear, armamentismo e a utilização inadequada dos recursos naturais.<br>Em 21 de setembro de 1983, essas ideias, ações e propostas tomaram forma, oficializando a Organização Não Governamental Ecológica, sem fins lucrativos, beneficente e assistencial, de direitos privados, autônoma e com personalidade jurídica, política, trans-partidária, civil, social, cultural, tecno-científica e de pesquisa, aberta a todas as pessoas da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mês de setembro, foi realizado um programa no Uirapuru Ecologia com a intenção de informar sobre as suas ações e atividades que foram desenvolvidas nestes 43 anos de vida. Entre os assuntos debatidos: fatos históricos relacionados a nossa cidade, recursos hídrico e o Rio Passo Fundo, coleta seletiva, políticas públicas relacionadas a ecologia, constituição de 1988, Lei Orgânica de Passo Fundo, patrimônio histórico, entre outros assuntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante seus anos de existência o GESP vem procurando cumprir sua função sócio-ambiental e cultural de contribuir com a comunidade de Passo Fundo e região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na missão de “ecologizar” a cidade, os militantes do GESP seguem o costume do pássaro, que lhe deu nome, o Quero-Quero – chamado de Sentinela dos Pampas porque quando alguém se aproxima do ninho, ele levanta vôo, fazendo muito ruído através do seu canto, que é ouvido de longe. Outra característica interessante deste pássaro é que ele fica cuidando do ninho de longe, para que ninguém desconfie onde esse fica. No interior do RS, o GESP é um desses sentinelas, usando a imprensa, palestras, seminários, manutenção de um acervo bibliográfico sobre meio ambiente e outros. Faz alarido, chamando a atenção da comunidade em geral para as questões ecológicas/ambientais.</p>
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		<title>    ESGOTO AFLINGE MORADORES DO BAIRRO DONÁRIA</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 22:51:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Denúncias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas/GESP, recebeu denúncia de moradores sobre esgoto sendo despejado em local inadequado. Na Rua Miguelzinho Lima, Vila Donária, está ocorrendo o despejo de esgoto no passeio público e no arruamento. Estes líquidos despejados de forma irregular, são provenientes de um condomínio residencial horizontal, com aproximadamente vinte residências. O Grupo Ecológico [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas/GESP, recebeu denúncia de moradores sobre esgoto sendo despejado em local inadequado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="680" height="1024" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01431-680x1024-1.jpg" alt="" class="wp-image-12768" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01431-680x1024-1.jpg 680w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01431-199x300-1.jpg 199w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01431-339x510-1.jpg 339w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01431-1020x1536-1.jpg 1020w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01431-1360x2048-1.jpg 1360w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01431-205x309-1.jpg 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01431-480x723-1.jpg 480w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01431-rotated-1.jpg 1424w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption class="wp-element-caption">Esgoto doméstico no passeio público e na rua</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na Rua Miguelzinho Lima, Vila Donária, está ocorrendo o despejo de esgoto no passeio público e no arruamento. Estes líquidos despejados de forma irregular, são provenientes de um condomínio residencial horizontal, com aproximadamente vinte residências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas (GESP) realizou vistorias e identificou que estes elementos líquidos são oriundos de dois tanques de acúmulo de esgoto doméstico que não está sendo realizado a sua limpeza e despejos adequados, desta forma, são escoados em área pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, está ocorrendo forte odor, com reclamação de alguns moradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além deste problema, também foi localizado um início de depósito de resíduo em um terreno baldio próximo, com vários tipos de materiais, tais como: madeiras, roupas, tecidos, papelão, lixo doméstico, restos de alimentos, resíduos de jardinagem, entre outros.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01411-1024x680.jpg" alt="" class="wp-image-12769" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01411-1024x680.jpg 1024w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01411-300x199.jpg 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01411-768x510.jpg 768w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01411-1536x1020.jpg 1536w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01411-205x136.jpg 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01411-2048x1360.jpg 2048w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/DSC_01411-480x319.jpg 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Lixo depositado em terreno baldio </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O problema do esgoto, já foi denunciado pelo GESP no ano de 2024, sendo que novamente o problema continua ocorrendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O GESP protocolou relatório no Ministério Público Estadual, solicitando a intervenção para solucionar este problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fotos: Arquivo GESP</p>
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		<title>100 anos de Lutzenberger: o defensor incansável da Ecologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador@sentineladospampas.eco.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 22:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[Lutz discursando em Washington (EUA) para que Banco Mundial não financiasse projetos devastadores da floresta amazônica. Ano 1986. Foto: Arquivo da família Lutzenberger Nascido em 17 de dezembro de 1926, em Porto Alegre, o agrônomo, filósofo, paisagista e ambientalista José Lutzenberger se tornou uma referência mundial na luta pela preservação ambiental Por Elenita Malta Pereira [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Lutz discursando em Washington (EUA) para que Banco Mundial não financiasse projetos devastadores da floresta amazônica. Ano 1986. Foto: Arquivo da família Lutzenberger</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascido em 17 de dezembro de 1926, em Porto Alegre, o agrônomo, filósofo, paisagista e ambientalista José Lutzenberger se tornou uma referência mundial na luta pela preservação ambiental</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por <a href="https://www.extraclasse.org.br/?author_name=Elenita+Malta+Pereira">Elenita Malta Pereira</a> (Publicado em 7 de outubro de 2026)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.extraclasse.org.br/cultura/2026/10/100-anos-de-lutzenberger-o-defensor-incansavel-da-ecologia/?utm_source=News+6%2F10%2F2026&amp;utm_medium=News+6%2F10%2F2026&amp;utm_campaign=News+6%2F10%2F2026&amp;utm_id=News+6%2F10%2F2026&amp;utm_term=News&amp;utm_content=News">https://www.extraclasse.org.br/cultura/2026/10/100-anos-de-lutzenberger-o-defensor-incansavel-da-ecologia/?utm_source=News+6%2F10%2F2026&amp;utm_medium=News+6%2F10%2F2026&amp;utm_campaign=News+6%2F10%2F2026&amp;utm_id=News+6%2F10%2F2026&amp;utm_term=News&amp;utm_content=News</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um jovem engenheiro agrônomo se desgostou com seu emprego de executivo bem pago em uma multinacional agroquímica e resolveu largar tudo para defender a natureza, o mundo passava pelo <em>boom</em> da ecologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na virada dos anos 1960-1970, hippies, artistas e militantes chamavam a atenção do mundo para a poluição industrial, o envenenamento dos nossos corpos e a ameaça nuclear.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A trajetória</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2026, José Lutzenberger completaria 100 anos. Nascido em 17 de dezembro de 1926, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, José Lutzenberger era filho do arquiteto e artista plástico alemão Joseph Franz Seraph Lutzenberger (1882-1951) e da descendente de alemães Maria Emma Elsa Kroeff (1893-1969).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi alfabetizado em alemão e português, de acordo com a tradição de muitas famílias de ascendência alemã no estado. Na escola, estudou também inglês, francês e espanhol. Dominar cinco línguas possibilitou que se mantivesse atualizado e capaz de acessar uma gama enorme de conhecimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formou-se engenheiro agrônomo na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) em 1950, antes do direcionamento da agricultura para os métodos da Revolução Verde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o que destacou a figura de Lutzenberger foi sua atuação ambientalista, primeiro como presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) e, depois, como defensor da Ecologia reconhecido internacionalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lutzenberger passou por uma virada que redefiniu sua trajetória. Após a formatura, trabalhou por quatro anos em uma empresa de adubos e, na sequência, na multinacional agroquímica alemã Basf (entre 1957-1970).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os 13 anos na multinacional permitiram viagens, estudos e uma estabilidade financeira, porém a empresa começou a trabalhar com agrotóxicos, o que o colocou em um dilema existencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sentindo-se “prostituído” – como afirmou várias vezes –, deixou a Basf e voltou para o Brasil para contribuir na fundação da Agapan, em 1971. Foi o primeiro presidente da entidade, liderando lutas pela poda correta das árvores, contra a poluição industrial e o uso de agrotóxicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contra os agrotóxicos e a favor da Amazônia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em um contexto de expansão da agricultura dita moderna – monocultivos com uso de fertilizantes químicos, agrotóxicos, maquinário e irrigação –, Lutzenberger tornou-se um dos principais nomes a difundir as consequências nefastas desse modelo para o meio ambiente e a saúde humana, e, ao mesmo tempo, a defender a agricultura regenerativa e ecológica como alternativa capaz de alimentar o mundo de forma saudável e sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa luta, teve como aliados os jovens Sebastião Pinheiro e Jacques Saldanha, para os quais Lutzenberger se tornou mentor e mestre. Ambos foram profundamente impactados por suas ideias: Sebastião redirecionou o tema de seu trabalho de conclusão de Pós-Graduação em Engenharia Florestal e Jacques mudou de faculdade (trocou o Direito pela Agronomia).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sebastião se encantou com seu “raciocínio muito lógico. Como engenheiro, falava de forma fascinante sobre a natureza e a defesa do meio ambiente, a natureza e a ganância da sociedade moderna antes e depois da Segunda Guerra Mundial”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jacques, Lutzenberger “sempre foi o aríete contra a ignorância e o descaramento da agricultura química, que somente ele sabia enfrentar”. O trio liderado por Lutz, como era conhecido, combateu a “máfia dos agrotóxicos” nos anos 1980 e foi muito atuante na luta pela publicação da lei gaúcha dos agrotóxicos, em 1982, a primeira do país.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="533" height="400" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-2.png" alt="" class="wp-image-12764" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-2.png 533w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-2-300x225.png 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-2-205x154.png 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/10/image-2-480x360.png 480w" sizes="(max-width: 533px) 100vw, 533px" /><figcaption class="wp-element-caption">Prêmio Vida Sana 1990, em Barcelona</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Lutzenberger se engajou na defesa da Floresta Amazônica, criticando o modelo de ocupação e os megaprojetos implementados pelos governos militares (1964-85), os quais tratavam a floresta como um “vazio demográfico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também denunciou a contrarreforma agrária na Amazônia, que atraiu agricultores sem-terra do Sul, Sudeste e Nordeste, com a intenção explícita de derrubar a floresta. Além disso, Lutz depôs no Congresso dos EUA, ao lado de organizações indígenas e de ribeirinhos, denunciando a devastação provocada por projetos financiados pelo Banco Mundial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MINISTRO</strong> – Em reconhecimento por sua atuação contra a devastação da Amazônia e em favor da agricultura ecológica, recebeu o Livelihood Award, ou Prêmio Nobel Alternativo, na Suécia, em 1988.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prestígio internacional alcançado fez com que fosse convidado por Fernando Collor para ocupar o cargo de Secretário Nacional do Meio Ambiente, entre 1990-92.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele sempre dizia que foi muito difícil lidar com a política do posto, equivalente a ministro, porém conseguiu resultados positivos: a redução no desmatamento da Amazônia, o encerramento do programa nuclear brasileiro na Serra do Cachimbo e a demarcação da Terra Indígena Yanomami, a maior do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiu do governo antes da Rio-92, mas participou em eventos, como uma mesa sobre educação ambiental, ao lado de Paulo Freire.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Somente quando nossa ética se estender à Ecosfera como um todo, passaremos a comportar-nos de maneira compatível com a sobrevivência”. (José Lutzenberger, 1974).</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Gaia e o legado de Lutzenberger</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Lutzenberger conciliava teoria e prática de forma holística e não convencional: ele não se contentava em apontar problemas; preocupava-se também em oferecer soluções. Ao conhecer a Teoria de Gaia, formulada por James Lovelock e Lynn Margulis, tornou-se seu principal divulgador no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, mais do que isso, materializou os princípios da Teoria em locais como o Parque da Guarita, em Torres, e a Fundação Gaia, em Pantano Grande, onde até hoje a família preserva seu legado, promovendo atividades de educação ambiental e agricultura regenerativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para sua filha primogênita, Lilly Lutzenberger, o maior diferencial de seu pai como ecologista “era a capacidade de estabelecer relações importantes entre acontecimentos aparentemente desconexos. Seu olhar era sempre abrangente, interligado, holístico, universal, o que lhe permitia alcançar um entendimento profundo dos problemas, além de vislumbrar soluções criativas e altamente sustentáveis”. Lara Lutzenberger, a caçula, destaca que a postura de seu pai era “combativa, mas também construtiva, foi um exemplo de compromisso pela busca verdadeira de enfrentamento resolutivo dos imensos desafios ambientais, sociais e humanos que ele percebeu escalonarem perigosamente a partir de meados do século passado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram muitas pessoas impactadas por Lutzenberger. Para a ex-companheira de Lutz, Elisabeth Renck, “a metáfora de um farol traduz o que Lutz significou. Iluminava com sua sabedoria pessoas a mudarem sua rota, avisava aos ‘navegantes audaciosos’ dos perigos de suas jornadas ao naufrágio. Era uma luz que clareava com falas e atitudes os efeitos da voracidade humana sobre nosso planeta finito”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano de seus 100 anos, estão ocorrendo muitas homenagens, palestras, eventos, exposições, vídeos, artigos e livros. Lutz dizia que, após sua morte, queria voltar de tempos em tempos para saber como estaria a questão ambiental. Creio que a maior homenagem que se poderia lhe oferecer, em um desses seus retornos, seria a regeneração dos ecossistemas de sua querida Gaia.</p>
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		<title>Agenda climática exige continuidade e resultados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador@sentineladospampas.eco.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 21:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Após discurso do presidente Lula na abertura da Assembleia Geral da ONU, WWF-Brasil reconhece avanços e reforça urgência da implementaçãoPor WWF-Brasil Em seu discurso na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira, 22 de setembro, em Nova Iorque, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou o papel do país no cenário internacional [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Após discurso do presidente Lula na abertura da Assembleia Geral da ONU, WWF-Brasil reconhece avanços e reforça urgência da implementação<br><em><strong>Por WWF-Brasil</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu discurso na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira, 22 de setembro, em Nova Iorque, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou o papel do país no cenário internacional e a importância de enfrentar as crises climática e de perda de biodiversidade. Para o WWF-Brasil, o momento exige passar dos compromissos à implementação, com políticas consistentes, investimentos e ações capazes de responder à urgência climática.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização reconhece os avanços recentes na redução do desmatamento e a retomada do protagonismo brasileiro na agenda ambiental internacional, especialmente com a realização da COP30. Ao mesmo tempo, destaca que consolidar essas conquistas deve ser uma prioridade de longo prazo, capaz de transcender ciclos políticos e eleitorais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O país construiu, nos últimos anos, uma posição relevante na agenda ambiental internacional e apresentou avanços importantes na redução do desmatamento. O desafio agora é dar continuidade a essa trajetória e transformá-la em uma política de longo prazo, capaz de proteger nossos ecossistemas, reduzir vulnerabilidades e promover desenvolvimento. A liderança internacional ganha força quando é acompanhada por resultados concretos”, destaca <strong>Mauricio Voivodic, diretor executivo do WWF-Brasil</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter a queda do desmatamento exige fiscalização efetiva, proteção dos territórios e combate às atividades ilegais, além de ações para conter a degradação dos ecossistemas. A conservação deve estar associada a alternativas econômicas sustentáveis e à garantia dos direitos e da participação de povos indígenas e comunidades tradicionais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O financiamento climático e ambiental é central para transformar compromissos em ação. Recursos em escala adequada são fundamentais para que os países em desenvolvimento possam reduzir emissões, se adaptar aos impactos que já enfrentam e proteger seus ecossistemas. É essencial garantir que sejam acessíveis e cheguem efetivamente aos territórios e às populações que mais precisam”, salienta <strong>Tatiana Oliveira, líder da Estratégia Internacional do WWF-Brasil</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a organização, o legado da COP30 será medido pela capacidade de transformar decisões em políticas e resultados verificáveis, especialmente nas agendas de desmatamento, transição energética, adaptação e financiamento. “A COP30 abriu uma nova fase para a agenda climática. Agora, o desafio é assegurar que os compromissos assumidos ganhem escala e se traduzam em resultados. O Brasil pode demonstrar que liderança diplomática e políticas públicas consistentes são capazes de caminhar juntas”, pontua <strong>Alexandre Prado, líder em Mudanças Climáticas do WWF-Brasil</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, é fundamental acelerar a transição energética. “Ter uma matriz energética com forte participação de fontes renováveis e sustentáveis coloca o Brasil em uma posição privilegiada, mas não elimina a necessidade de avançar. É preciso reduzir a dependência dos combustíveis fósseis, ampliar soluções de baixo carbono e garantir uma transição justa, que gere novas oportunidades de desenvolvimento”, frisa <strong>Ricardo Fujii, especialista em Transição Energética no WWF-Brasil</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, é preciso preparar o país para os impactos que já não podem ser evitados. A adaptação deve integrar as políticas de desenvolvimento e orientar investimentos capazes de reduzir vulnerabilidades. “Enchentes, secas, ondas de calor e outros eventos extremos já afetam cidades, ecossistemas e sistemas produtivos. A adaptação precisa deixar de ser tratada apenas como resposta aos desastres e passar a integrar o planejamento, com investimentos em prevenção, infraestrutura resiliente, restauração de ecossistemas e soluções baseadas na natureza”, ressalta <strong>Flávia Martinelli, especialista em Mudanças Climáticas do WWF-Brasil</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o WWF-Brasil, clima, ecossistemas naturais e biodiversidade precisam permanecer entre as prioridades de longo prazo do país. “O Brasil tem condições de demonstrar que desenvolvimento, conservação e segurança climática podem e devem caminhar juntos. Para isso, é fundamental que os avanços construídos até aqui tenham continuidade e sejam incorporados a uma estratégia de Estado, capaz de atravessar ciclos políticos e produzir transformações duradouras”, conclui <strong>Voivodic</strong>.</p>
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		<title>Solicitada liminar para suspender de imediato o funcionamento de mina de carvão em Arroio dos Ratos, RS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador@sentineladospampas.eco.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 18:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Fonte: https://agirazul.com/arquivos/25719 Porto Alegre, 24/9/2026 — O Instituto Internacional ARAYARA protocolou uma Ação Civil Pública na Justiça Estadual do Rio Grande do Sul tendo como pedido principal a suspensão imediata das atividades de lavra de carvão e das intervenções hídricas na Mina Arroio dos Ratos (empreendimento número 166724 junto à FEPAM). A medida judicial é [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://agirazul.com/arquivos/25719">https://agirazul.com/arquivos/25719</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Porto Alegre, 24/9/2026</strong> — O <strong><a href="https://arayara.org.br/">Instituto Internacional ARAYARA</a></strong> protocolou uma Ação Civil Pública na Justiça Estadual do Rio Grande do Sul tendo como pedido principal a <strong>suspensão imediata das atividades de lavra de carvão e das intervenções hídricas na Mina Arroio dos Ratos</strong> (empreendimento número 166724 junto à FEPAM). A medida judicial é movida contra a Copelmi Mineração, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM) e o Governo do Estado do Rio Grande do Sul por danos e riscos socioambientais decorrentes das operações da mineradora. O Instituto ARAYARA atua na transição energética e no monitoramento dos impactos de projetos de mineração e combustíveis fósseis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A petição inicial traz pedido de tutela de urgência para a paralisação das atividades minerárias e das obras hídricas na área da mina, a realização de auditoria técnica independente sobre a estabilidade geotécnica e hidrodinâmica das estruturas e a apresentação, por parte da Copelmi, de um plano emergencial de contenção para conter o refluxo de água em direção à zona urbana de Arroio dos Ratos. A busca pela via judicial foi motivada pela necessidade da adoção de medidas não determinadas na esfera administrativa, como a paralisação de operações que envolvem riscos de inundações, a execução de auditorias externas, a recuperação das áreas degradadas com restauração da mata ciliar, a revisão das intervenções nos cursos d’água e a fixação de indenização por danos materiais e morais coletivos destinadas ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos ou a fundo municipal.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="540" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/image-8.png" alt="" class="wp-image-12746" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/image-8.png 700w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/image-8-300x231.png 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/image-8-205x158.png 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/image-8-480x370.png 480w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption class="wp-element-caption">A entrada da mina de carvão está no ponto vermelho no mapa. A mina é ao lado da cidade. Ilustração: Mapas do Google.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os motivos da ação está o descumprimento de condicionantes do licenciamento ambiental e na ocorrência de impactos nos recursos hídricos da região. O estudo elaborado pela entidade identificou registros de alterações e intervenções em quatro cursos d’água, banhados e áreas úmidas no perímetro minerado, além de mudanças no sistema natural de drenagem em relação à topografia original. A inicial destaca ainda que estruturas de contenção de terra, denominadas diques-estrada, sofreram rompimentos em maio de 2024 e junho de 2025 durante períodos de chuvas intensas, provocando o alagamento das cavas e o extravasamento de água para a área urbana de Arroio dos Ratos, evento associado pelo decreto municipal de calamidade à inundação de mais de 400 residências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade da água e dos sedimentos também integra a fundamentação da Ação Civil Pública, com base em dados de monitoramento ambiental fornecidos pela própria Copelmi à FEPAM entre 2018 e 2025, os quais registraram presença de chumbo e cádmio em concentrações superiores aos limites estabelecidos pelas normas ambientais, além de alterações nos níveis de alumínio, ferro e manganês.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="394" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9.png" alt="" class="wp-image-12747" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9.png 700w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9-300x169.png 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9-205x115.png 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9-480x270.png 480w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption class="wp-element-caption">Mina com a cidade ao fundo. Fotografia de John Wurdig / Arayara.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A petição sustenta a necessidade de monitoramento contínuo para evitar que poluentes alcancem mananciais e o ponto de captação de água para abastecimento humano situado nas proximidades do empreendimento. A peça cita uma nota técnica formulada por técnicos da FEPAM em 30 de dezembro de 2023 que indicava a possível inviabilidade ambiental do projeto, documento que foi divulgado no sistema SOL do órgão ambiental no ano de 2025.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Linha do Tempo</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>2018 – 2025</strong>: Dados de monitoramento ambiental apresentados pela Copelmi à FEPAM registram a contaminação de água e sedimentos por chumbo e cádmio em concentrações acima dos parâmetros legais, além de alterações nos níveis de alumínio, ferro e manganês.</li>



<li><strong>30 de dezembro de 2023</strong>: Técnicos da FEPAM elaboram uma nota técnica interna apontando a “<strong>possível inviabilidade ambiental do projeto</strong>” e manifestando discordância em relação ao rito de licenciamento adotado.</li>



<li><strong>Maio de 2024</strong>: Durante período de chuvas intensas, ocorre o rompimento de uma estrutura de contenção de terra (dique-estrada) na mina, causando o alagamento da cava e o extravasamento de água para a zona urbana de Arroio dos Ratos, evento relacionado ao alagamento de mais de 400 residências e citado em decreto municipal de calamidade pública.</li>



<li><strong>Junho de 2025</strong>: É registrado um novo rompimento de dique de contenção no mesmo trecho da mina durante outro período de chuvas fortes.</li>



<li><strong>Ano de 2025</strong>: A nota técnica formulada pelos técnicos da FEPAM em dezembro de 2023 é tornada pública no sistema SOL do órgão ambiental.</li>



<li><strong>Julho de 2026</strong>: Vistoria realizada pela FEPAM aponta vulnerabilidades nas obras de reparo executadas na área da mina, com risco de galgamentos e erosões no caso de novos eventos pluviométricos.</li>



<li><strong>23 de setembro de 2026</strong>: A CPI das Enchentes da Câmara Municipal de Arroio dos Ratos divulga seu relatório final, que utiliza dados da investigação do Instituto ARAYARA para concluir que as alterações hídricas promovidas na mina potencializaram as inundações, atribuindo responsabilidade parcial à Copelmi Mineração.</li>



<li><strong>24 de setembro de 2026</strong>: O Instituto Internacional ARAYARA protocola a Ação Civil Pública com pedido de tutela de urgência na Justiça Estadual do Rio Grande do Sul contra a Copelmi, a FEPAM e o Governo do Estado do RS, solicitando a suspensão das atividades da mina, auditoria técnica independente e reparação de danos ambientais e sociais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, os fatos são objeto de apuração em inquérito civil conduzido pela Promotoria Especializada de São Jerônimo do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(ACPC 5005016-78.2026.8.21.0032).</p>
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		<title>Música e conhecimento no Parque Ambiental Banhado da Vergueiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador@sentineladospampas.eco.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 23:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[Interação com a fauna, a flora, a ecologia e a história através da educção ambiental e a música O Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas (GESP) realizou na EMEF São Luiz Gonzaga, atividades do Projeto Sensibilização Ambiente e Cultural no Parque Ambiental Banhado da Vergueiro, contemplado pelo 9⁰ Prêmio Funcultura da Secretaria de Cultura de Passo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Interação com a fauna, a flora, a ecologia e a história através da educção ambiental e a música</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01081-1024x680.jpg" alt="" class="wp-image-12736" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01081-1024x680.jpg 1024w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01081-300x199.jpg 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01081-768x510.jpg 768w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01081-1536x1020.jpg 1536w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01081-2048x1360.jpg 2048w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01081-205x136.jpg 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01081-480x319.jpg 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas (GESP) realizou na EMEF São Luiz Gonzaga, atividades do Projeto Sensibilização Ambiente e Cultural no Parque Ambiental Banhado da Vergueiro, contemplado pelo 9⁰ Prêmio Funcultura da Secretaria de Cultura de Passo Fundo.<br>No dia 21 de setembro a proposta atendeu os 6⁰ anos na preparação para participarem da trilha no Parque Ambiental Banhado da Vergueiro e ao final cantaram a paródia sobre o Parque, da música Gaúcho de Passo Fundo do Teixerinha, e criaram a última estrofe com o produtor cultural Hansel Biondo da Silva.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01001-1024x680.jpg" alt="" class="wp-image-12737" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01001-1024x680.jpg 1024w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01001-300x199.jpg 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01001-768x510.jpg 768w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01001-1536x1020.jpg 1536w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01001-2048x1360.jpg 2048w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01001-205x136.jpg 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01001-480x319.jpg 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01091-1024x680.jpg" alt="" class="wp-image-12738" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01091-1024x680.jpg 1024w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01091-300x199.jpg 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01091-768x510.jpg 768w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01091-1536x1020.jpg 1536w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01091-2048x1360.jpg 2048w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01091-205x136.jpg 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_01091-480x319.jpg 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No dia 24 de setembro a Turma 61 do 6º ano  participou da trilha no Parque Ambiental Banhado da Vergueiro, conhecendo a flora e a fauna, o histórico e a importância do Parque.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0876-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-12730" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0876-1024x683.jpg 1024w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0876-300x200.jpg 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0876-768x512.jpg 768w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0876-1536x1024.jpg 1536w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0876-2048x1365.jpg 2048w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0876-205x137.jpg 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0876-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="2560" height="1707" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0874-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-12732" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0874-scaled.jpg 2560w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0874-1536x1024.jpg 1536w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0874-2048x1365.jpg 2048w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0874-205x137.jpg 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0874-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0883-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-12733" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0883-1024x683.jpg 1024w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0883-300x200.jpg 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0883-768x512.jpg 768w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0883-1536x1024.jpg 1536w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0883-2048x1365.jpg 2048w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0883-205x137.jpg 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0883-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0893-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-12735" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0893-1024x683.jpg 1024w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0893-300x200.jpg 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0893-768x512.jpg 768w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0893-1536x1024.jpg 1536w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0893-2048x1365.jpg 2048w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0893-205x137.jpg 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_0893-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Participação: EMEF São Luiz Gonzaga<br>Realização: Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas, Fundo Municipal de Cultura e Prefeitura Municipal de Passo Fundo<br>Apoio: Escola de Sustentabilidade<br>Fotos: Flávia Biondo da Silva, Pulo Fernando Cornelio e Hansel Biondo da Silva</p>
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		<title>RIO JACUÍ SOFRE ASSOREAMENTO NO PASSO DO CRUZ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador@sentineladospampas.eco.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 21:38:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Denúncias]]></category>
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					<description><![CDATA[Fotos: Paulo Fernando Cornelio Na Estrada Passo do Cruz, na divisa com o município de Mato Castelhano, no interior do município de Passo Fundo, ocorreu deslize de terras, desmoronamento e destruição de parte da estrada, em uma área às margens do Rio Jacuí. Conforme vistorias realizadas por integrantes do GESP, foi identificado uma quantidade de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Fotos: Paulo Fernando Cornelio</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Estrada Passo do Cruz, na divisa com o município de Mato Castelhano, no interior do município de Passo Fundo, ocorreu deslize de terras, desmoronamento e destruição de parte da estrada, em uma área às margens do Rio Jacuí.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme vistorias realizadas por integrantes do GESP, foi identificado uma quantidade de pedras de basalto deslocadas por processo de erosão, que está prejudicando diretamente as margens do rio, como também, a destruição da vegetação que ali se encontra, em área de preservação permanente (APP). No mesmo local, devido a erosão, grande quantidade de solo está depositado no leito do rio.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10581-1024x680.jpg" alt="" class="wp-image-12726" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10581-1024x680.jpg 1024w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10581-300x199.jpg 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10581-768x510.jpg 768w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10581-1536x1020.jpg 1536w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10581-2048x1360.jpg 2048w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10581-205x136.jpg 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10581-480x319.jpg 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10561-1024x680.jpg" alt="" class="wp-image-12727" srcset="https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10561-1024x680.jpg 1024w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10561-300x199.jpg 300w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10561-768x510.jpg 768w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10561-1536x1020.jpg 1536w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10561-2048x1360.jpg 2048w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10561-205x136.jpg 205w, https://sentineladospampas.eco.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_10561-480x319.jpg 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Possivelmente, estes danos são oriundos das intemperes que vêm ocorrendo nos últimos meses em nossa região, com chuvas intensas, alterando o processo de drenagem na estrada e prejudicando significativamente o recurso hídrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para buscar solução para esta situação, foi protocolado ofício na Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMAM), solicitando  vistorias dos possíveis dans ambientais e, posteriormente, correção por obras de engenharia na ponte e recuperação das matas ciliares do Rio Jacuí pelos responsáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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